2 de janeiro de 2012

Nada muito construtivo.

Olá tripulantes dessa nave ideológica, como vão todos? De certo que quase ninguém mais viaja por aqui, o blog estava parado por quase um ano! Bom não vou justificar minha ausência com meras palavras, não adiantaria, o fato é que fiquei ausente e agora talvez eu volte a postar. É difícil ter uma certeza nessa vida, por isso o talvez está ali, mas pretendo se assim possível trazer algumas das minhas novas teorias para cá.

Bom, como é começo de ano, a maioria das pessoas param pra refletir no que fizeram no ano que se passou e no que irão fazer nesse que chegou. Eu particularmente confesso que já fiz isso anos atrás, hoje não faço mais. Não que eu não tenha perspectivas e metas, sim eu até tenho, mas prefiro viver o agora, pois o agora é o ontem de amanhã e o amanha é uma desculpa pra um futuro, um futuro que não existe (quem leu o ultimo post entenderá)...

Eu simplesmente devo estar parecendo mais fria do que de costume, e pode até ser verdade, talvez eu esteja assistindo muito Dexter hahaha. Brincadeiras a parte, não estou mais a fazer planos, apenas vivendo e tentando viver intensamente, é " Tentando" por que acho que nem isso tenho conseguido, mas como diria John Lennon, "A vida é aquilo que acontece enquanto você faz planos..."

Minhas ideias parecem escassas, para aqueles que me conhecem bem, ou acham que conhecem, devem estar se perguntando o porque disso, bom eu também estou me perguntando o porque disso. Aquele vazio que eu fingia ter, agora é um vazio de verdade, e é tão vazio que nem John Mayer consegue mais me inspirar, preciso de uma nova fonte, talvez Tear For Fears... Ou talvez essas férias me ajudem a relaxar, mas eu duvido.

Minhas esperança para com o mundo está diminuindo cada vez mais, se é que já não sumiu o ultimo traço que tinha dela por aqui. Isso deve ser porque quanto mais conheço as pessoas, mais eu vejo o quão rude é o ser humano e acabo pensando se eu também não sou assim na visão de outrem.

Por outro lado a saudade é algo que tenho descobrido, como diria minha velha frase, a saudade é uma forma infeliz de felicidade...
Saudade que aperta o peito e escorrem lágrimas ou as vezes nem isso, dá apenas uma coisa na garganta que é inexplicável... saudade de casa, da família, não há saudade maior do que essa, definitivamente, isso se pudéssemos medir a saudade né.

Continuo cá com meus bons livros, aqueles chás reconfortantes e músicas, posso até dizer que vivo de música, e se viver fosse sinônimo de música, oxigênio seria sinônimo de Beatles... A verdade é que eu não tinha o que escrever e então acabei deixando a minha mente tentar dizer alguma coisa e por fim nao disse nada muito construtivo.

Enfim...

Beijo no ventrículo esquerdo.

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